Contabilidade para clínicas

Contabilidade para clínicas em Porto Alegre.

Clínica mistura sócios, profissionais parceiros, convênios e pacientes particulares, e cada um deles muda o imposto, a folha e o caixa. Cuidamos do regime tributário, das retenções e do fechamento para você enxergar o resultado da clínica e chegar preparado à reforma.

O faturamento de uma clínica raramente vem de uma fonte só. Há o paciente particular, o convênio que paga em 60 ou 90 dias e retém tributos, o profissional parceiro que usa a sala e o procedimento que não é saúde em sentido estrito, como a estética não reparadora. Cada fluxo tem tratamento tributário, nota fiscal e fechamento próprios, e misturá-los na emissão é onde costumam nascer os problemas fiscais do setor.

A Etecla atende empresas de Porto Alegre há mais de 60 anos, incluindo clínicas médicas, e começa o trabalho pelo regime: Simples Nacional ou Lucro Presumido, olhando o ISS do município, o enquadramento como sociedade uniprofissional e a possibilidade de equiparação hospitalar. Depois vêm a rotina mensal e a projeção de CBS e IBS, porque a redução de 60% prevista para a saúde na LC 214/2025 não significa, por si só, imposto menor.

O que entra no atendimento

Quatro frentes, a mesma equipe do início ao fim.

Regime tributário e ISS

Comparação entre Simples Nacional e Lucro Presumido com a receita real da clínica, o ISS do município, a verificação de sociedade uniprofissional (ISS fixo por profissional) e da equiparação hospitalar para IRPJ e CSLL.

Convênios, retenções e caixa

Conciliação do que as operadoras pagam e retêm de tributos, emissão de nota organizada por item e acompanhamento do capital de giro de quem recebe a 60 ou 90 dias.

Folha, sócios e profissionais parceiros

Pró-labore, distribuição de lucros e fator R, e a relação com médicos e profissionais que atuam como CLT, como sócios ou como pessoa jurídica, com cada vínculo documentado.

Reforma tributária na clínica

Simulação da carga com a redução de 60% da LC 214/2025, o prazo de opção do Simples e a cláusula de revisão tributária nos contratos com convênios.

Leitura sobre o setor

Artigos escritos para quem toca esse tipo de empresa.

Perguntas frequentes

O que mais perguntam neste setor.

Respostas curtas, com a norma de cada ponto. Para o caso da sua empresa, a conversa é pelo contato.

Falar com a Etecla
A clínica deve ficar no Simples Nacional ou no Lucro Presumido?

Depende do faturamento, da folha e de quem paga a nota. No Simples, o fator R pode definir o anexo da atividade, e a opção pelo regime regular de IBS e CBS passa a pesar para a clínica que fatura contra convênios e hospitais. No Lucro Presumido, entram PIS e COFINS cumulativos, o ISS e a presunção sobre IRPJ e CSLL. A resposta sai de uma simulação com os números da sua clínica, e não de uma regra geral.

O que é equiparação hospitalar?

É o enquadramento que permite à clínica que presta serviços hospitalares apurar IRPJ e CSLL com percentuais de presunção menores no Lucro Presumido, desde que cumpra os requisitos legais, entre eles ser sociedade empresária e observar as normas da Anvisa. Vale só para o imposto sobre a renda: a reforma do consumo não mexe nisso. Avaliamos se a sua clínica se enquadra antes de aplicar.

A redução de 60% da reforma diminui o imposto da minha clínica?

A redução está na LC 214/2025 (arts. 128, 130 e 131) e vale para serviços de saúde, mas incide sobre uma alíquota de referência perto de 26,5%, o que deixa a alíquota efetiva em torno de 10,6% a 11,2%. Para a clínica que hoje paga cerca de 8,65% entre PIS, COFINS e ISS de 5%, a carga pode subir, porque folha e pró-labore não geram crédito. O resultado depende do ISS que você paga hoje e dos insumos com crédito. A conta completa está no artigo sobre a redução de 60% na saúde.

Sociedade uniprofissional paga ISS fixo?

Em muitos municípios, sociedades de profissionais com responsabilidade pessoal podem recolher o ISS em valor fixo por profissional, em vez de percentual sobre o faturamento, conforme a lei municipal. Esse benefício acaba junto com o ISS, previsto para 2033, e a clínica passa a ter uma carga bem maior nessa data. Conferimos se você tem esse enquadramento hoje e planejamos a reorganização com antecedência.

O que a clínica precisa cuidar nas notas fiscais?

Desde 2026 a NFS-e precisa destacar CBS e IBS, com alíquotas de teste. A nota também deve separar o serviço de saúde de itens como estética não reparadora, venda de produtos e taxa de sala, para não perder a redução sobre o que é saúde. O emissor de NFS-e da Etecla já traz o destaque de CBS e IBS e a separação por item.

Sua empresa está nesse setor?

Conte o cenário: regime atual, o que está travando e onde dói mais. A gente confere o que dá para resolver e como.